A BYD reajustou em 11,1% o preço da versão de entrada do Atto 2 DM-i Flex, SUV híbrido plug-in que roda com etanol, gasolina e motor elétrico. O carro chegou ao mercado brasileiro em 4 de setembro por R$ 149.990 e hoje custa R$ 166.660 na versão GL, alta de R$ 16.670 em menos de duas semanas.
A versão GS, mais equipada, manteve o preço de lançamento em R$ 169.990. Com isso, a diferença entre as duas versões caiu para pouco mais de R$ 3 mil.
Pessoas com deficiência têm desconto nas duas versões: a GL sai por R$ 144.990 e a GS por R$ 162.970, com isenção de IPI e bônus da montadora. A redução chega a R$ 21.670 na versão de entrada.
Qual a diferença técnica entre as versões?
A GL tem 177 cv de potência combinada e bateria de 7,85 kWh, com até 45 km rodados só no elétrico. A GS sobe para 197 cv e bateria de 18,03 kWh, alcançando até 110 km sem usar uma gota de combustível.
Combinando o motor 1.5 flex com o elétrico, a autonomia total chega a 1.000 km na GL e 1.045 km na GS, segundo dados técnicos divulgados pela BYD. O sistema, batizado de DM-i Flex, aceita etanol ou gasolina no tanque.
O carro decide sozinho quando usar cada fonte de energia. Entenda a diferença entre carro híbrido e elétrico.
A aceleração de 0 a 100 km/h fica em 8,5 segundos na GL e 8,4 segundos na GS, praticamente empatada apesar da diferença de potência entre as duas versões.
O torque é o mesmo nas duas: 300 Nm.
Como o Atto 2 se compara a outros híbridos flex do Brasil?
Mesmo mais caro após o reajuste, o Atto 2 GL fica abaixo de rivais diretos como o GAC GS9, vendido a R$ 379.990.
Mas custa 45% a mais que o Jeep Avenger híbrido, hoje o mais barato do segmento a R$ 114.990.
O que acontece agora
A BYD não informou se pretende reajustar também a versão GS nem se o novo preço da GL é definitivo. As entregas do Atto 2 começaram em setembro nas concessionárias da marca em todo o país.


























