As Forças Armadas mobilizam 26,5 mil militares neste domingo (4) para apoiar a segurança e a logística do primeiro turno das eleições, sob coordenação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ação de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) cobre 482 municípios em 12 estados.
Ao todo, a operação abrange 8.827 locais de votação. Militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica fazem presença e patrulhamento nas áreas definidas pela Justiça Eleitoral.
Nenhuma força militar pode ficar a menos de 200 metros de um local de votação sem ordem da autoridade eleitoral.
A atuação é autorizada por decreto presidencial e só acontece mediante solicitação da própria Justiça Eleitoral, sempre em conjunto com os órgãos de segurança pública dos estados.
Além da segurança, as Forças Armadas dão apoio logístico em 121 localidades de 44 municípios. Usam aviões, helicópteros, embarcações e veículos militares para chegar a comunidades, terras indígenas e regiões ribeirinhas. Sem esse transporte, urnas e mesários não chegariam a tempo ao interior do país.
A presença busca evitar aglomeração, confronto e tentativa de fraude perto das seções eleitorais, segundo o TSE.
A desconfiança sobre o processo eleitoral já motivou acusações de fraude no passado, mas a urna eletrônica nunca teve fraude comprovada em 30 anos de uso no Brasil.
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A operação ocorre no mesmo domingo em que Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados na disputa pela Presidência, segundo a Datafolha.
Os 26,5 mil militares atendem a uma eleição com mais de 158,7 milhões de eleitores aptos a votar neste domingo.
O que acontece agora
A apuração começa após o fechamento das urnas, às 17h no horário de Brasília. Os militares permanecem nos locais até o fim do processo, sob orientação da Justiça Eleitoral.





























