A técnica Emily Lima afirmou que a crise política e financeira do Corinthians gera insegurança no elenco do time feminino, vice-campeão do Brasileirão depois do empate por 1 a 1 com o São Paulo neste sábado (3), no Morumbis, no jogo de volta da decisão.
Emily Lima foi a primeira mulher a comandar a seleção brasileira feminina de futebol, em 2016.
"Incomoda. Gera uma insegurança para as jogadoras e para todo o estafe. A bomba pode estourar a qualquer momento, a gente não sabe de nada", disse Emily Lima, técnica do Corinthians.
A gente procura não saber, e impacta no momento de uma contratação, que eu não posso fazer. Impacta, sim, no trabalho. A gente tenta tirar o melhor do grupo que a gente tem.
O Corinthians está impedido de registrar novas jogadoras por causa de três transfer bans ativos. O clube também atrasou o pagamento de direitos de imagem pelo 2º mês seguido.
É o 2º transfer ban aplicado ao clube em pouco mais de dois meses. O primeiro foi motivado por uma dívida de R$ 7,7 milhões com o Philadelphia Union, pela contratação do volante José Martínez, em 2024.
A Fifa já havia punido o Corinthians por dívidas envolvendo as negociações de Rodrigo Garro, Félix Torres, Maycon e José Martínez nos últimos meses.
Sem poder contratar, o Corinthians entra na Libertadores Feminina dependendo só do elenco que já tem.
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Antes da decisão, Emily Lima já havia cobrado o poder do Corinthians para virar o placar contra o São Paulo.
No jogo de ida, o Corinthians havia perdido por 2 a 1, na Neo Química Arena. O empate por 1 a 1 em São Paulo não foi suficiente para reverter o placar agregado, e o time ficou com o vice-campeonato do Brasileiro Feminino.
O que acontece agora
A equipe de Emily Lima volta a campo no dia 15 de outubro, contra o Colo-Colo, do Chile, pela 1ª rodada da Conmebol Libertadores Feminina, em Quito, no Equador.





























