Marina JHC (PSDB), mulher do ex-prefeito de Maceió João Henrique Caldas, aparece com 42% em pesquisa sobre a disputa pelo Senado de Alagoas, à frente do deputado Arthur Lira (PP), com 39%, e do senador Renan Calheiros (MDB), com 33%. O levantamento é da TDL Digital, divulgado nesta segunda-feira (14).
A pesquisa, contratada pelo Portal Agora Alagoas, ouviu 1.200 eleitores entre 10 e 12 de setembro, com margem de erro de 2,83 pontos percentuais e registro no TSE sob o número AL-08920/2026.
A metodologia soma a 1ª e a 2ª opção de voto do eleitor para as duas vagas em disputa, por isso os percentuais somados passam de 100%. Os três estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, embora Marina apareça à frente na conta absoluta.
Marina concorre no lugar do marido. JHC recuou da candidatura ao Senado em agosto para disputar o Governo de Alagoas, mantendo a aliança com Lira na corrida estadual.
Nenhum dos três nomes tradicionais da política alagoana conseguiu disparar na disputa, e as duas vagas seguem em aberto a menos de um mês da votação.
Como estava a disputa antes?
Pesquisa Quaest de agosto já mostrava a corrida apertada. Lira tinha 20% e Renan Calheiros, 18%, ambos também dentro da margem de erro. Os números não são comparáveis diretamente aos desta nova pesquisa, por causa da metodologia diferente.
Ainda assim, a moldura se repete de uma pesquisa a outra. Nenhum dos favoritos consegue abrir vantagem clara sobre os demais.
Outros quatro nomes aparecem no páreo, com menos força. Davi Davino Filho (Republicanos) tem 13%, Dr. Wanderley (MDB) tem 10%, e Alexandre Fleming (UP) e Mariedson (Democrata) somam 2% cada. Indecisos são 17% dos entrevistados, e 5% responderam branco ou nulo.
O que está em jogo na chapa de Alagoas
A disputa pelo Senado caminha junto com a briga pelo Governo do estado, hoje travada entre Renan Filho, irmão de Renan Calheiros, e o próprio JHC.
JHC deixou o vice-governador de fora da chapa nesta semana, um movimento que mexe no desenho da aliança que também sustenta a candidatura de Marina.
O que acontece agora
A campanha de rua segue até outubro, quando ocorre a votação. Novas pesquisas devem ser divulgadas nas próximas semanas para medir o efeito da disputa apertada pelas duas vagas.


























