Uma pesquisa Vox Brasil divulgada neste domingo (18) mostra Lula (PT) com 51% dos votos válidos no 2º turno, contra 49% de Flávio Bolsonaro (PL). A diferença de dois pontos fica dentro da margem de erro, o que caracteriza empate técnico.
O levantamento ouviu 2.100 eleitores de todo o Brasil entre 15 e 17 de outubro. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, com 95% de confiança, e a pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-04332/2026, com recursos próprios do instituto.
Quando entram na conta os indecisos e quem pretende anular ou votar em branco, a distância muda de figura. Lula tem 46,4% contra 44,6% de Flávio. Nos dois cenários, a diferença fica dentro da margem de erro.
A rejeição também está empatada. Dizem que não votariam "de jeito nenhum" em Lula nem em Flávio 45,3% dos entrevistados. Sobre quem tem mais chance de vencer, 46,9% apostam no petista e 41,6%, no senador.
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Por que Lula subiu nas pesquisas
A virada não veio de um salto de Lula. Segundo o instituto, veio da queda de Flávio Bolsonaro, 5,5 pontos entre as pesquisas Vox de 1º e 9 de outubro, enquanto o petista oscilou só 1 ponto no mesmo intervalo.
Em entrevista à Revista Fórum, após o levantamento anterior da mesma série, o diretor do instituto Vox Brasil, Alberto Barros, atribuiu a queda de Flávio à abstenção de eleitores de Lula no 1º turno, não a uma migração de votos.
O Lula não perdeu o seu eleitor. O eleitor dele simplesmente não foi votar.
A margem de erro empata as duas candidaturas desde o início do 2º turno. O que muda, pesquisa a pesquisa, é só quem aparece na frente por pontos decimais.
Isso já havia acontecido na pesquisa Vox Brasil da semana passada, quando Lula também apareceu à frente dentro da margem.
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A disputa segue apertada desde que as primeiras pesquisas do 2º turno começaram a sair, no início deste mês.
O que acontece agora
Lula e Flávio se encontram pela primeira vez num debate direto nesta noite, na Band. A decisão sai nas urnas em 25 de outubro, quando o Brasil escolhe entre os dois para a Presidência.
Até lá, novas pesquisas devem se somar à Vox Brasil.





























