O fim de semana das eleições de 2026 terá chuva, ciclone e risco de temporais em boa parte do Brasil. No domingo (4/10), dia da votação, um novo sistema frontal chega ao Rio Grande do Sul associado a um ciclone extratropical, com possibilidade de granizo.

Segundo o Inmet, chove no Centro-Oeste e no Sudeste já nesta sexta (2/10) e no sábado (3/10), com avanço da instabilidade para Nordeste e Norte. No domingo, o Nordeste e o extremo Norte têm sol e calor, enquanto o Centro do país segue com chuva.

A partir da tarde, chuvas rápidas e localizadas atuam, não se descartando algumas pancadas mais fortes. Durante a noite teremos a aproximação de uma frente fria, sistema que provoca fortes tempestades (chuva e vento forte, muitos raios e até granizo) entre o noroeste, oeste, sudoeste e centro-sul.

A previsão é do Simepar, para o Paraná neste fim de semana.

No Centro-Sul, o maior risco está nas rajadas de vento. São Paulo pode ter rajadas de até 53 km/h no domingo, Curitiba chega a 55 km/h, e Porto Alegre registra ventos próximos de 50 km/h. Florianópolis também pode ter pancadas e trovoadas.

Os números mostram por que a preocupação se concentra no Centro-Sul. É ali que a frente fria chega com mais força no dia da votação, diferente do Nordeste, onde o calor deve prevalecer.

Quem for votar no Sul e no Centro-Sul neste domingo deve se programar para o risco de temporais ao longo do dia.

No Rio de Janeiro, a chuva perde força no domingo e a máxima pode chegar a 30°C. Em Belo Horizonte, a chuva deve continuar, principalmente à tarde.

Brasília terá pancadas e trovoadas no sábado e no domingo, com máxima perto de 26°C. Goiânia e Campo Grande também preveem temporais no fim do domingo.

Em Minas, o vento já afeta a campanha. O TRE-MG mandou retirar os wind banners das ruas de BH por causa da ventania prevista para o fim de semana.

O Sul do país também vive uma temporada que os meteorologistas já classificam como recorde de tornados em 2026, e o ciclone de domingo chega nesse contexto.

O que acontece agora

O cenário deste fim de semana não é isolado. O Rio Grande do Sul vive uma sequência de sistemas que não dá trégua há semanas, e o ciclone de domingo chega dentro desse padrão.