O primeiro iPhone com tela dobrável, tratado pela imprensa especializada como "iPhone Ultra", pode custar entre R$ 20,8 mil e R$ 27,1 mil no Brasil, segundo uma projeção baseada no histórico de preços da Apple no país. A empresa confirmou um evento para esta quarta-feira (9/9), batizado de "Surprise and Shine".
A estimativa de preço nos Estados Unidos, feita por analistas de mercado, varia entre US$ 2.000 e US$ 2.600. Não há confirmação oficial da Apple sobre valor, nome ou especificações. Tudo é rumor até a apresentação de amanhã.
A conta parte de um caso já confirmado. O iPhone 17 Pro Max de 256 GB custa US$ 1.199 nos Estados Unidos e R$ 12.499 no Brasil, uma diferença de 85,4%, segundo levantamento do Poder360.
Mantida essa proporção, um iPhone de US$ 2.000 sairia por cerca de R$ 20,8 mil no Brasil, e o de US$ 2.600 chegaria a R$ 27,1 mil. É uma projeção, não um preço confirmado, e pode mudar quando a Apple anunciar os valores oficiais.
Mesmo no piso dessa conta, o novo iPhone já nasceria mais caro que o Galaxy Z Fold 7 e o Mate X6, os dois dobráveis de dobra única vendidos hoje no Brasil.
A Samsung lançou oficialmente o Galaxy Z Fold 7 no país em julho de 2025, por R$ 14.599 na versão de 512 GB. É o modelo mais fino já lançado pela marca, com 4,2 mm de espessura aberto.
A Huawei, de volta ao Brasil, vende o Mate X6 por R$ 22.999 e o Mate XT Ultimate Design, de tela tripla, por R$ 32.999, acima do teto da projeção para o iPhone. A empresa não informou a data de chegada dos aparelhos às lojas.
A Apple também já testou outras formas de reduzir o peso do preço nos Estados Unidos, como o aluguel mensal de iPhone por US$ 17,99. No Brasil, essa opção ainda não existe.
Por que o Brasil paga mais
A Apple não detalha por que cobra 85,4% a mais no Brasil do que nos EUA no iPhone 17 Pro Max. Essa conta segue sem explicação oficial. Mesmo sem preço confirmado, o dobrável já nasce mais caro que os concorrentes de dobra única no país.



























