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Acusados de Morte de Rubens Paiva Permanecem sem Julgamento
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Acusados de Morte de Rubens Paiva Permanecem sem Julgamento

Um dos acusados ainda vivos recebe aposentadoria de R$ 23 mil por seu trabalho como militar

Por Admin

02/03/2025 01:03 · Publicado há 1 mês
Categoria: Política

O caso de Rubens Paiva, ex-deputado sequestrado e morto durante a ditadura militar, voltou a ganhar atenção recentemente. Os acusados de sua morte são: José Antônio Nogueira Belham, Rubens Paim Sampaio, Raymundo Ronaldo Campos, Jurandyr Ochsendorf e Jacy Ochsendorf.

O Contexto do Desaparecimento

Rubens Paiva foi preso em janeiro de 1971 por agentes do regime militar e levado ao Destacamento de Operações de Informações (DOI-Codi) no Rio de Janeiro. É alegado que ele morreu sob custódia militar, mas o reconhecimento oficial de sua morte apenas ocorreu anos mais tarde, com os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade.

Os Acusados

José Antônio Nogueira Belham, que foi o comandante do DOI-Codi durante o período em que Paiva foi assassinado, negou a existência de mortes sob sua gestão, apesar de documentos oficiais apontarem o contrário. Ele nunca foi julgado.

Rubens Paim Sampaio, outro dos acusados, era major do Exército e atuava no Centro de Informações do Exército (CIE), envolvido diretamente na repressão política. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), sua participação no caso de Paiva é confirmada por testemunhos de ex-militares.

Raymundo Ronaldo Campos, que era capitão no DOI-Codi, também é acusado de esconder o cadáver de Paiva e sustentar uma versão falsa sobre seu desaparecimento. Ele, junto com os irmãos Jurandyr e Jacy Ochsendorf, sustentaram durante anos que Paiva havia fugido após um ataque ao carro que o transportava.

Consequências e Implicações Legais

Apesar das evidências e acusações, muitos dos envolvidos continuam impunes. Os processos estão paralisados, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a avaliar a aplicabilidade da Lei da Anistia, o que pode abrir a possibilidade de reavaliação das condenações. O debate sobre a responsabilidade dos militares em crimes da ditadura militar está sendo reaberto, especialmente após o impacto de obras como o filme "Ainda Estou Aqui", que traz à luz a luta da família Paiva por justiça.

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