Uma mulher segue internada em quadro estável no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) após o incêndio em uma lancha no Lago Paranoá, em Brasília, no domingo (20). A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal ao Metrópoles nesta terça-feira (22).
Segundo a secretaria, 13 pessoas envolvidas no acidente foram atendidas no Hran. A pasta não detalhou a evolução de todos os pacientes nem o estado de saúde de cada vítima.
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) informou ao Metrópoles que quatro vítimas em estado grave tiveram queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus. Outros dois pacientes foram encaminhados, a pedido, para hospitais da rede privada.
O g1 informou, com base na TV Anhanguera, que uma médica goiana de 34 anos está entre os feridos. Ela teve 50% do corpo queimado, foi internada em Goiânia e passou por cirurgia.
O que se sabe sobre a lancha?
O que se sabe sobre a lancha é que o grupo era de Goiânia e havia viajado ao Distrito Federal para o fim de semana, segundo relatos reunidos pelo Metrópoles. A embarcação era conduzida por profissional contratado e habilitado.
Uma pessoa que estava a bordo relatou ao portal que ajudou na tentativa de dar partida antes do incêndio. Segundo esse relato, a lancha era de 2015, estava com documentação regular e tinha extintor e equipamentos necessários.
A mesma apuração aponta que a embarcação apresentou falhas durante tentativas sucessivas de ligar o motor. Uma testemunha também relatou fumaça na região onde eram feitas as tentativas de partida.
A ocorrência atualiza o caso que a TV Sim publicou no domingo, quando a lancha pegou fogo no Lago Paranoá e deixou quatro feridos graves.
A atualização muda o quadro médico do caso. A informação nova é a permanência de uma vítima internada e a transferência de parte do atendimento para fora do DF.
Quem investiga o acidente?
Quem investiga o acidente é a Marinha do Brasil, que abriu apuração sobre o caso, segundo o g1. Os bombeiros ainda não informaram a dinâmica oficial do incêndio, e a investigação deve indicar se houve falha mecânica, operacional ou outra causa.
O CBMDF foi acionado às 16h37 de domingo, na altura do Setor de Clubes Sul. O Metrópoles informou que uma equipe da Capitania Fluvial de Brasília avistou a fumaça e chegou ao local por volta das 16h40.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal também participou do socorro às vítimas. As fontes consultadas não informaram, até a última atualização, prazo para conclusão da apuração.
O que acontece agora
O que acontece agora é a continuidade do atendimento médico às vítimas e a investigação conduzida pela Marinha. O ponto central é confirmar a origem do fogo sem antecipar culpa antes do laudo oficial.






























