Uma lancha pegou fogo no Lago Paranoá, em Brasília, na tarde deste domingo (20), e deixou quatro pessoas em estado grave, segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) publicadas por g1 e Metrópoles. Ao todo, 14 pessoas receberam atendimento.
De acordo com o CBMDF, oito vítimas foram levadas a hospitais. As quatro em estado grave tiveram queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus e foram encaminhadas ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), referência no atendimento a queimados no Distrito Federal.
O g1 informou que imagens registradas no local mostravam chamas tomando conta da embarcação e uma coluna de fumaça preta sobre o lago. A corporação não havia informado, nas fontes consultadas, o que iniciou o fogo.
Também não havia informação pública sobre combustível extra na embarcação.
O Metrópoles publicou que o CBMDF foi acionado para atender a ocorrência ainda durante a tarde. A primeira contagem divulgada pelas fontes indica 14 pessoas atendidas, número que pode mudar se houver atualização do boletim dos bombeiros.
O Lago Paranoá é uma área de lazer e navegação dentro de Brasília, com circulação de embarcações de passeio nos fins de semana. O lago é artificial, formado pelas águas represadas do Rio Paranoá, e tem cerca de 48 km² de área.
A foto usada nesta matéria é de arquivo e mostra o Lago Paranoá, não o incêndio deste domingo. A opção evita reproduzir imagens de vítimas ou registros colaborativos sem licença, mantendo a localização do fato visível para o leitor.
O que se sabe sobre os feridos
Os feridos graves tiveram queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus, segundo o CBMDF citado pelas fontes. Quatro pessoas foram encaminhadas ao Hran, enquanto outras quatro também precisaram de transporte para unidades de saúde.
As identidades das vítimas não foram divulgadas nas informações consultadas. Também não havia confirmação pública sobre idade, sexo ou parentesco entre os ocupantes da embarcação, por isso esses dados ficam fora da matéria.
O que acontece agora
O próximo passo é a atualização do atendimento médico e da apuração sobre a causa do incêndio. Até a publicação desta matéria, as fontes consultadas não traziam laudo, nome do responsável pela embarcação nem informação sobre eventual investigação administrativa.
A ocorrência deve ser tratada a partir dos registros do resgate e das condições da lancha no momento do fogo. Sem boletim técnico divulgado, a informação mais segura é a lista de atendidos e o estado das vítimas informado pelos bombeiros.





























