A Fórmula 1 terá corridas mais curtas a partir de 2027: a Comissão da F1 aprovou nesta segunda-feira (21) a redução da distância dos GPs de 305 km para 290 km. Segundo a FIA, o corte equivale a duas ou três voltas por prova.
A decisão saiu de reunião em Londres entre a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), a Fórmula 1 e representantes da categoria. O pacote também muda a regra de tempo para corridas interrompidas por chuva e abandona a padronização das caixas de câmbio.
O que muda nas corridas?
O que muda nas corridas é a distância máxima dos GPs: de 305 km para 290 km. A FIA informou que o corte corresponde a duas ou três voltas, dependendo do circuito, e passa a valer no regulamento de 2027.
Na prática, o público brasileiro verá provas ligeiramente menores no mesmo ano em que o calendário já prevê sprint no GP do Brasil. O limite de duas horas de disputa efetiva continua.
A regra de chuva também muda. Segundo a FIA, haverá um horário-limite rígido para encerrar qualquer atividade de pista, mas sai o limite atual que fecha uma prova em três horas contando interrupções.
A ideia é dar mais chance de completar a corrida quando houver bandeira vermelha ou atraso por clima.
Por que a FIA encurtou os GPs?
Por que a FIA encurtou os GPs passa pelo pacote de motores. O ge informou que o fluxo de combustível sobe 5% em 2027 e 13% em 2028, mudança que levou a categoria a ajustar o tamanho das provas.
A Folha registrou que FIA e F1 trataram a redução como consequência de uma decisão anterior sobre o fluxo de combustível. A entidade oficial descreveu o ajuste como parte dos refinamentos das unidades de potência que entram em vigor em 2027.
A comissão também desistiu da homologação das caixas de câmbio. A FIA disse que a retirada da proposta preserva a liberdade de desenvolvimento dos fornecedores, ponto importante para equipes e fabricantes em um ciclo de regulamento novo.
O pacote chega em uma fase de troca técnica ampla na categoria. O acervo recente da TV Sim já mostrou como a F1 prepara novos circuitos no calendário e como jovens pilotos tentam abrir espaço.
Um dos exemplos é o brasileiro que testou uma Ferrari de Fórmula 1, em outro sinal de mudança de ciclo no grid.
O que acontece agora
O que acontece agora é a validação formal. A FIA informou que todas as mudanças regulatórias ainda precisam passar pelo Conselho Mundial de Automobilismo, órgão que dá a aprovação final às alterações técnicas, esportivas e financeiras.
Se o conselho confirmar o pacote, as equipes entram em 2027 com provas menores, liberdade para desenvolver câmbio e uma regra de chuva menos dependente do relógio total.
Para o torcedor, a mudança mais visível será perder poucas voltas, mas ganhar margem para corrida completa em dia caótico.





























