O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou nesta terça-feira (6) a fusão de US$ 110 bilhões entre Paramount e Warner Bros. Discovery, que criou a Skydance. No Brasil, o negócio deve unificar HBO Max e Paramount+ em uma só plataforma.
Após o fechamento do acordo, Trump disse à imprensa:
Vai ser uma ótima empresa. São pessoas excelentes, e vai ser uma ótima empresa. É uma ótima fusão. Fico feliz que deixaram isso acontecer.
A fusão só avançou depois que a Justiça dos EUA liberou a compra, encerrando a ação de 12 procuradores-gerais estaduais contra o negócio.
No Brasil, a Paramount já havia concluído a compra da Warner Bros na terça-feira, mas a Skydance ainda não definiu quando nem com que nome vai unificar o HBO Max e o Paramount+.
O que muda para quem assiste esporte no Brasil
A unificação de HBO Max e Paramount+ mexe diretamente no mercado de transmissão esportiva do Brasil, onde as duas disputam direitos de Champions League, Libertadores, Sul-Americana e UFC, com contratos até 2032.
A TNT Sports, ligada à HBO Max, mantém os direitos da Champions League até 2031 e do Paulistão até 2029, sem mudança imediata com a fusão.
Já o Paramount+ perde os direitos da Sul-Americana depois de 2026. A partir de 2027, um jogo por rodada passa a ser transmitido pelo YouTube, em contrato até 2030.
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Na Libertadores, o Paramount+ tem pacotes pagos exclusivos só até 2026, e a Conmebol negocia com a Skydance a renovação de pacotes secundários, possivelmente dividindo a competição com o SporTV, da Globo.
O UFC é o contrato mais estável entre os três. O Paramount+ mantém exclusividade da marca no Brasil até 2032, independentemente da fusão.
O que acontece agora
A Skydance ainda negocia com a Conmebol a renovação de pacotes da Libertadores, sem prazo definido para unificar HBO Max e Paramount+ no Brasil. O mercado segue movimentado, e a Copa do Brasil fechou pacote de R$ 4 bi com a ESPN até 2030.





























