O vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais nesta quarta-feira (7), em Brasília. Ex-prefeito de Salvador, ele disse falar em nome da Bahia, o quarto maior colégio eleitoral do país.
"Todos nós do União Brasil fechamos questão em torno do apoio à candidatura de Flávio à Presidência. Falo também aqui em nome do quarto maior colégio eleitoral do Brasil, que é a Bahia", disse ACM Neto.
A federação formada por União Brasil e Progressistas, a União Progressista, já havia anunciado apoio a Flávio nesta terça-feira (6).
No primeiro turno, ACM Neto apoiou o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, que depois também declarou apoio a Flávio, com 2.605.148 votos e quinto lugar na disputa.
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Segundo ACM Neto, ele e seu grupo político vão atuar na campanha de Flávio na Bahia, incluindo prefeitos e deputados federais eleitos.
"Eu disse a ele que nós faremos todo o empenho na Bahia, eu e todo o meu grupo político", afirmou ACM Neto, citando prefeitos e deputados federais eleitos que vão se mobilizar pela campanha.
O que muda no tabuleiro eleitoral
No primeiro turno, Flávio Bolsonaro recebeu mais de 56 milhões de votos (47,03%) e Lula, 53,8 milhões (45,15%), segundo o Tribunal Superior Eleitoral. O apoio de ACM Neto soma à base de Flávio o peso eleitoral da Bahia, o quarto colégio do país.
O partido Novo, de Romeu Zema, também formalizou apoio a Flávio nesta quarta, um dia depois de o próprio ex-governador de Minas Gerais declarar voto no senador do PL.
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Segundo o presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, a sigla decidiu apoiar Flávio para "derrotar o PT e enfrentar os intocáveis" do Supremo Tribunal Federal (STF). Participaram da reunião o senador eleito Deltan Dallagnol (PR) e Marcel Van Hattem (RS).
O avanço do apoio de partidos do chamado Centrão já havia sido descrito nesta quarta como o fechamento de bloco em torno da candidatura de Flávio.
O que acontece agora
O segundo turno das eleições presidenciais está marcado para o dia 25 de outubro. Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão), terceiro e quarto colocados no primeiro turno, já disseram que não vão apoiar nem Flávio nem Lula.





























