A disputa pela guarda do cachorro Bertholdo, de Letícia Sabatella e Daniel Dantas, ganhou novo capítulo na Justiça do Rio. A empresária Juliana Bittencourt pediu a guarda unilateral ou compartilhada do cão, que adotara em 2025 antes da devolução ao casal.

A confusão começou no início de 2025, quando Sabatella descobriu que Bertholdo e outro cão do casal, Bebê, tinham sido encaminhados para adoção sem autorização. Os animais estavam sob guarda temporária de uma veterinária.

Na época, a atriz estava em Curitiba com a mãe, e Dantas enfrentava um problema de saúde. Juliana Bittencourt adotou Bertholdo em fevereiro de 2025, pela ONG Cãorrijo.

Bertholdo foi devolvido ao casal em 24 de agosto, após decisão judicial de busca e apreensão.

Agora, Juliana argumenta que adotou o cão "de boa-fé, sem saber dos entraves", segundo a ação, e afirma que o animal tinha problemas de saúde que melhoraram sob seus cuidados.

Ela também diz que a filha criou vínculo forte com o cão e passou por acompanhamento psicológico depois da devolução. Por isso, pede a guarda unilateral do animal ou, não sendo possível, a guarda compartilhada.

As informações divulgadas sobre o caso não trazem atualização sobre o outro cão do casal, Bebê, que também foi encaminhado à adoção por engano em 2025 e não aparece na ação de Bittencourt.

Não é a primeira vez que a Justiça brasileira decide sobre a guarda de um pet: em junho, o TJMG determinou que um buldogue francês deveria ficar com a ex-esposa em outro processo de separação.

Até a publicação desta reportagem, a Justiça do Rio de Janeiro não havia se manifestado sobre o pedido de Juliana Bittencourt.