Lionel Messi desembarcou nesta sexta-feira (2) em Rosário, sua cidade natal, para o amistoso contra o Benin que marca sua despedida da seleção argentina, aos 39 anos, terça-feira (6), no Monumental, em Buenos Aires. Ele chegou em avião particular, acompanhado da família.
O adversário, o Benin, nunca disputou uma Copa do Mundo e ocupa a 93ª posição no ranking da Fifa. Mesmo diante de um rival modesto, os ingressos esgotaram em menos de duas horas após serem colocados à venda na semana passada.
Na seleção argentina, Messi é o jogador com mais títulos, o maior artilheiro da história, com 125 gols, e o de mais partidas, com 207 jogos.
A despedida da seleção chega três meses depois de Messi disputar sua última Copa do Mundo: a Argentina perdeu a final de 2026 para a Espanha, na prorrogação, em julho.
Sem Messi em campo, a Argentina já havia vencido a Bolívia por 4 a 0 na quarta-feira (30/9), em Córdoba. Neste sábado (3), a seleção faz outro amistoso, contra Burkina Faso, no mesmo Monumental.
A AFA (Associação do Futebol Argentino) convidou todos os campeões mundiais de 2022 para acompanhar a despedida. Antes da partida, a Universidade de Buenos Aires vai conceder a Messi o título de doutor Honoris Causa.
O técnico Lionel Scaloni antecipou a emoção do momento:
Vai ser difícil não chorar nesse dia, é um privilégio poder estar lá.
Scaloni revelou ter convencido Messi a jogar agora: "Conversamos, me esforcei para convencê-lo de que era agora, já que depois não sabíamos o que poderia acontecer."
O técnico argentino encaminha a própria renovação com a seleção até a Copa de 2030. Os ingressos para o jogo chegaram a custar mais de R$ 1.600.
O que acontece agora
Messi, Scaloni e o elenco argentino se despedem do craque na terça-feira (6), às 20h (horário de Brasília), no Monumental, contra o Benin. Antes disso, a seleção enfrenta Burkina Faso neste sábado (3), no mesmo estádio.






























