A Polícia Federal havia conduzido 176 pessoas em ocorrências ligadas às eleições até as 17h20 deste domingo (4/10), segundo o painel da corporação. O Rio de Janeiro lidera os casos, com 15 registros, seguido por Minas Gerais, com 14.
| Estado | Casos |
|---|---|
| Rio de Janeiro | 15 |
| Minas Gerais | 14 |
| Distrito Federal | 11 |
| Acre | 9 |
| Pernambuco | 9 |
| Amazonas | 8 |
| Bahia | 8 |
| Maranhão | 7 |
| Pará | 7 |
| Rondônia | 7 |
A PF ressalva que o painel não discrimina por estado a distribuição das 176 pessoas conduzidas: o número de casos abertos em cada unidade não corresponde necessariamente à quantidade de conduzidos ali.
Em Minas Gerais, a segurança da votação mobilizou 14 mil policiais militares além dos agentes federais.
O ritmo de condução acelerou ao longo do dia: eram 48 pessoas às 11h30, 129 às 15h10 e 176 às 17h20, segundo balanços sucessivos da corporação.
Até as 17h20, a PF também havia instaurado 31 inquéritos policiais e lavrado 69 termos circunstanciados. Outras 40 situações de flagrante estavam em análise.
Os principais crimes investigados são propaganda eleitoral irregular e corrupção eleitoral, sobretudo compra de votos. Até as 15h10, a corporação havia apreendido R$ 789,8 mil em bens e valores, dos quais R$ 383,6 mil em espécie.
Ao longo de todo o ano de 2026, a PF já havia instaurado 1.300 inquéritos sobre crimes eleitorais, com apreensões que somam mais de R$ 46,5 milhões, incluindo cerca de R$ 30,6 milhões em dinheiro.
Os números são dinâmicos e podem mudar conforme novas ocorrências são registradas e os dados passam por validação, segundo a corporação. A boca de urna segue sendo o flagrante mais comum no dia de votação.
































