O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta terça-feira (6) que a mensagem "faltou", exibida a eleitores que já haviam votado no 1º turno, não indica falha no registro do voto. Segundo a Corte, o problema era apenas falta de atualização do sistema.
O que o TSE disse sobre o erro
Em nota, o TSE afirmou que os dados de comparecimento, ausência e justificativa do 1º turno ainda estavam em processamento nesta terça. Por isso, a informação exibida não representava situação definitiva.
"O TSE esclarece que os dados de comparecimento, ausência e justificativa do primeiro turno das Eleições 2026 ainda estão em processamento. Por isso, a informação exibida não representava uma situação definitiva", informou a Corte, em nota.
Para evitar confusão, a Corte trocou a mensagem "faltou" por "em processamento" no serviço de justificativa eleitoral. O processamento completo dos dados deve terminar até 11 de outubro.
O efeito prático para quem precisa do documento
Entre 5 e 11 de outubro, a emissão pela internet e pelo e-Título da certidão de quitação eleitoral fica suspensa. Quem precisar do documento nesse período só consegue emiti-lo em cartórios eleitorais.
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A partir de 12 de outubro, a emissão eletrônica volta ao normal. Quem recebeu a mensagem "faltou" antes da correção não precisa tomar nenhuma ação no site do TSE até lá.
O episódio mostra como uma falha de comunicação, mesmo sem efeito no voto em si, pode virar motivo de desconfiança no sistema eleitoral em poucas horas nas redes sociais.
O padrão que se repete nesta apuração
Eleitores relataram o problema nas redes sociais e cobraram explicações do TSE diretamente, com prints do sistema e do comprovante de votação. A reação rápida mostra como qualquer falha técnica no período eleitoral ganha alcance antes mesmo de uma explicação oficial.
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Foi o segundo episódio do tipo nesta semana: horas antes, uma pausa de 50 minutos na apuração já havia virado alegação de fraude nas redes.
O sistema de urnas eletrônicas nunca teve fraude comprovada em 30 anos, segundo o TSE.
A confusão desta terça envolveu o mesmo sistema que emite o e-Título, documento que substitui RG e CNH para quem tem foto biométrica cadastrada.





























