O Partido Novo agendou para o dia 27 de julho a convenção que vai oficializar o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, como candidato à presidência da República. O evento ocorrerá em Brasília, mas o local ainda não foi determinado pela legenda.

Disputa presidencial

Com a data da convenção definida, o Novo optou por seguir sozinho na corrida presidencial para o primeiro turno. Zema havia sido cogitado pelo Partido Liberal (PL) para ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro, mas reafirmou sua intenção de disputar a presidência até o fim.

Busca por vice

Atualmente, Zema ainda não possui um pré-candidato a vice definido. Recentemente, ele mencionou que as negociações estão avançadas para que o empresário Geraldo Rufino seja escolhido para compor sua chapa. Rufino, que é filiado ao Podemos, ainda precisa da aprovação de sua legenda para que seu nome seja oficializado.

Conversa com o Podemos

Aliados de Zema informaram que já estão em diálogo com a presidente nacional do Podemos, a deputada federal Renata Abreu, para discutir a viabilidade da candidatura de Rufino. No círculo próximo ao ex-governador, o empresário é considerado o favorito para ser o vice na chapa.

Estratégia do Partido Novo

A estratégia do Novo em lançar uma candidatura ao Planalto visa aumentar a visibilidade da legenda, com o intuito de expandir sua bancada no Congresso Nacional. Nas eleições de 2022, quando Felipe d’Avila foi o candidato, o partido não conseguiu atingir a cláusula de barreira, que exige um percentual mínimo de votos para garantir acesso à propaganda partidária e ao fundo eleitoral.

Expectativas para o futuro

Com o cenário político se desenhando, a expectativa é que a candidatura de Zema possa gerar um impacto significativo nas próximas eleições, tanto na visibilidade do Novo quanto nas possibilidades de alianças futuras.