Flávio Bolsonaro (PL) chega à reta final do 2º turno com pelo menos seis partidos ao seu lado, incluindo o MDB, que fechou apoio nesta semana. Lula (PT) segue com a coligação de sete partidos do 1º turno, sem nova adesão desde então.
O psiquiatra e ex-candidato Augusto Cury (Avante), que tinha adiado a decisão de apoio, declarou nesta quinta-feira (8) que ficará ao lado de Flávio. A condição é o cumprimento de compromissos que o senador assumiu em carta pública.
O PSDB optou pela neutralidade oficial no mesmo dia. Segundo o presidente nacional do partido, Aécio Neves, a maioria dos diretórios estaduais se divide entre não apoiar ninguém e declarar apoio a Flávio, enquanto só uma pequena minoria fica com Lula.
O PSDB reafirma seu compromisso com a democracia e espera que o presidente eleito possa liderar o Brasil no caminho da prosperidade, da justiça e da pacificação nacional.
O MDB, que fechou apoio com 17 diretórios estaduais, se soma a Republicanos, Novo, União Brasil, PP e Podemos no apoio oficial a Flávio. Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) declararam apoio pessoal; os dois somaram 2,9 milhões de votos no 1º turno.
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Lula mantém a aliança de sete partidos formada no 1º turno, entre eles PT, PCdoB, PV, PSB, PDT, PSOL e Rede. O único acréscimo recente foi a Unidade Popular, que já havia declarado apoio ao petista.
A disparidade ilustra o cenário da reta final. Flávio amplia a vantagem de coalizão que já tinha no 1º turno, enquanto Lula segue com os mesmos aliados de sempre.
O que acontece agora
Renan Santos (Missão), que resiste à pressão para apoiar Flávio, e os diretórios do PSD e do PSDB ainda indecisos são o que resta de disputa por apoio antes da votação de 25 de outubro.





























