A Record cancelou o debate entre os candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) que estava marcado para este domingo (11), citando incompatibilidade de agenda dos dois candidatos no segundo turno das eleições, que acontece em 25 de outubro.
Em nota, a Record afirmou que a decisão ocorreu "em razão da incompatibilidade de agendas dos candidatos à Presidência da República, Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva". A emissora não detalhou qual compromisso de cada campanha motivou o cancelamento.
Segundo apuração do Poder360, a campanha de Lula confirmou presença em todos os debates do segundo turno. O presidente só ficaria de fora se a emissora cancelasse o encontro, como ocorreu neste caso. Ainda não há nova data marcada.
No primeiro turno, Flávio teve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula, decidindo a disputa para o segundo turno.
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Flávio já havia dito que deixaria de participar de debates por considerar haver censura do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra sua campanha, segundo a Jovem Pan. No primeiro turno, nenhum dos dois candidatos participou de nenhum debate.
O caso repete o padrão do primeiro turno. Em outubro, outro debate já havia sido cancelado, e governadores aliados a Flávio culparam Lula pelo cancelamento daquela vez.
Após aquele cancelamento, Renan Santos chegou a desafiar Flávio para um debate à parte.
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O TSE também entrou no caso, ao proibir a Globo de exibir a cadeira vazia de Lula durante a transmissão do debate cancelado.
O que acontece agora
Além do encontro cancelado pela Record, o segundo turno ainda tem três debates previstos: o do consórcio Veja+ em 15 de outubro, o da Band e parceiros em 18 de outubro, e o da Globo em 23 de outubro.
A votação do segundo turno é em 25 de outubro.





























