O vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, anunciam nesta terça-feira (13) a marca de 700 novos mercados abertos para produtos agropecuários brasileiros desde o início de 2023. O anúncio ocorre às 15h, em Brasília.
O evento acontece no Auditório Olacir de Moraes, sede do Mapa, na Esplanada dos Ministérios. Segundo o governo, a abertura dos mercados visa fortalecer as relações comerciais internacionais e ampliar a credibilidade do sistema de defesa agropecuária do Brasil junto a parceiros comerciais.
Entre os produtos beneficiados estão carnes, grãos, animais de raça leiteira (Girolando e Gir) e caquis frescos. A exportação de animais de raça para Botsuana é um dos casos citados pelo governo.
O anúncio vem na mesma semana em que o USDA, órgão de estatísticas agrícolas dos Estados Unidos, elevou a projeção de safra recorde de soja no Brasil para 2026/27. O órgão também aumentou a estimativa de exportação de algodão brasileiro, para 3,484 milhões de toneladas.
Nem toda frente comercial avança sem atrito. Na exportação de carne bovina, o Brasil chegou a pagar tarifa de 67% para entrar na China depois de esgotar a cota com tarifa menor.
Em contrapartida, as vendas de carne bovina aos Estados Unidos subiram 385% mesmo com o tarifaço americano, exemplo de como a diversificação de mercados amortece perdas em destinos específicos.
O que acontece agora
O governo não detalhou, até a publicação desta matéria, metas específicas de novos mercados para o restante de 2026 nem valores em dólares agregados pela expansão.





























