O São Paulo sofre o segundo transfer ban da Fifa nesta temporada, por uma dívida de US$ 300 mil (cerca de R$ 1,4 milhão) com os empresários do ex-meia Giuliano Galoppo, e está impedido de registrar jogadores até quitar o valor.
É o segundo transfer ban que o clube sofre em 2026. Em julho, havia sido punido por atraso no pagamento da primeira parcela de 1,05 milhão de euros (R$ 6,08 milhões) pela compra do meio-campista Marcos Antônio junto à Lazio, da Itália.

Naquele caso, o clube quitou a dívida no início de agosto e derrubou a punição. Galoppo, por sua vez, não defende mais o São Paulo: hoje joga pelo Atlanta United, dos Estados Unidos.
A solução para o novo impasse deve vir do contrato já aprovado pelo Conselho do São Paulo com a Ticketmaster, que assumiu a gestão dos ingressos do Morumbis.
O acordo prevê o pagamento de R$ 30 milhões à vista pela exploração comercial de um camarote, dos quais R$ 8 milhões já foram usados para quitar parte dos direitos de imagem atrasados do elenco. Ainda restam R$ 22 milhões a receber.
O contrato também prevê uma antecipação de R$ 110 milhões, que o São Paulo vai ressarcir com juros ao longo de cinco anos. No total, o vínculo com a Ticketmaster movimenta R$ 140 milhões.
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A dificuldade para fechar negócios no mercado não é nova: no fim da última janela, o São Paulo já havia ficado sem reforços, junto com o Corinthians.
Pelo Código Disciplinar da Fifa, a inadimplência persistente ou o acúmulo de sanções pode resultar em punições mais severas, como transfer bans mais longos ou até perda de pontos.
O que acontece agora
A diretoria do São Paulo pretende quitar a dívida com o agente de Galoppo ainda nesta semana. A próxima janela de transferências só abre em janeiro de 2027, o que ameniza o impacto imediato da punição sobre o time em campo.





























