No interior de São Paulo, o frio com temperaturas em torno de 10°C trouxe boas notícias para os produtores de uva. Embora a colheita tradicional ocorra no verão, a chamada "safrinha" de inverno ganhou destaque e se tornou um negócio bastante lucrativo, com algumas áreas superando a produtividade da safra principal.
Produção em alta
Na propriedade de Anderson Tomazeto, são cultivados 2,5 hectares com diferentes variedades de uva. Nesta época, as uvas de mesa, como Niágara, Núbia, Vitória e Melodia, são as mais colhidas. O frio contribui para a qualidade das frutas, resultando em cores vibrantes, aroma intenso e um sabor adocicado.
Experiência familiar no cultivo
Em Itupeva, o agricultor João Leonardo Foga, que está na terceira geração de sua família no campo, administra uma plantação com 70 mil pés de uva. A colheita começou na primeira semana de julho e, segundo ele, a safra de inverno é crucial para a situação financeira da propriedade.
Proteção e mercado garantido
Para preservar o investimento e manter a qualidade das uvas, João utiliza redes de proteção em toda a sua plantação. Com um mercado já estabelecido, seus produtos são vendidos para grandes centros, como Campinas, São Paulo e Belo Horizonte, o que garante um bom retorno financeiro.
Celebrando o trabalho rural
O cenário atual é motivo de celebração para os agricultores, que veem na safrinha uma excelente oportunidade de negócios. A expectativa é que a demanda continue a crescer, trazendo resultados positivos para o setor rural.
Conclusão
Assim, a safra de inverno se fortalece como uma alternativa viável e rentável para os produtores de uva no interior de São Paulo, demonstrando que, com as condições certas, é possível inovar e diversificar a produção agrícola.



