O Amazonas FC voltou a sofrer um transfer ban da Fifa e está novamente impedido de registrar novos jogadores, segundo decisão publicada nesta sexta-feira (2). O bloqueio chega pouco mais de um mês depois de o clube derrubar a última punição, em 24 de agosto.
O motivo específico da nova punição, publicada em outubro, não foi detalhado pelo clube.
Da primeira vez ao novo bloqueio
O problema remonta a abril. A Fifa aplicou a primeira punição ao Amazonas no dia 15, por causa do caso do atacante belga Josh Eppiah, contratado, treinado e dispensado sem disputar uma partida oficial pelo clube.
A partir daí, o clube chegou a acumular seis processos de transfer ban simultâneos, que o impediram de registrar reforços durante a disputa da Série C. Em julho, mesmo com a janela de transferências aberta, o Amazonas seguiu sem poder inscrever jogadores.
A diretoria reduziu as punições aos poucos. Em 13 de agosto, cinco dos seis processos já tinham sido derrubados, e a última restrição caiu no dia 24. Com isso, o clube regularizou oito reforços a tempo da última rodada da Série C.
Livre para contratar, o Amazonas acelerou a montagem do elenco para 2027. Renovou com Geuvânio, Pará, Axel, Victor Lube e Joílson, e fechou com nomes como o zagueiro Bryan Christian, o meia Juninho (ex-Botafogo) e o volante Felipe Pelles, de 34 anos.
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O clube já confirmou 13 jogadores para 2027. A permanência do técnico Rodrigo Santana, porém, segue incerta. Ele tem contrato até 2027, mas diz que ficar depende do projeto e do orçamento do clube.
O Amazonas não é o único clube brasileiro no radar da Fifa em 2026. O São Paulo também sofreu um 2º transfer ban da temporada, por dívida ligada ao meia Galoppo.
O Internacional viveu situação parecida à do Amazonas. Em setembro, o clube gaúcho recebeu um 2º bloqueio em um mês da Fifa.
O Vitória recebeu transfer ban por dívida com o Portimonense, de Portugal, em agosto.
O que acontece agora
Enquanto o caso não se resolve, o Amazonas segue sem poder registrar os reforços já anunciados para 2027. Da primeira vez, em abril, o clube levou cerca de quatro meses para reverter todos os bloqueios.





























