O Santos está impedido de contratar jogadores depois que a Fifa aplicou, nesta quinta-feira (8), um transfer ban por dívida com José Francisco Belman Gonzales, ex-auxiliar de Pedro Caixinha no clube. A sanção veta reforços nas próximas três janelas de transferências.
Como a janela brasileira fechou em 11 de setembro, a punição, na prática, deixa o Santos sem poder registrar reforços até a temporada de 2027.
A dívida que gerou a punição
O clube foi condenado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS) e não tem mais condição de recurso.
A dívida com Belman, ex-preparador de goleiros da comissão de Caixinha, é de 200 mil euros (R$ 1,1 milhão), mais 5% de juros ao ano desde abril do ano passado.
Para se livrar do transfer ban agora, o Santos precisa pagar essa dívida à vista.
Ao todo, são 4 processos na Fifa que somam cerca de R$ 15 milhões, movidos também por Caixinha, José Prata e Pedro Maltam, que também venceram o clube na Justiça, mas ainda não resultaram em bloqueio.
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Caixinha comandou o Santos em 16 jogos e foi demitido em abril de 2025, sem acerto da multa rescisória nem da comissão técnica. O Santos tentou um parcelamento amigável, mas, segundo o ge, o técnico recorreu rapidamente às esferas cabíveis.
Não é a primeira vez
Até julho, o clube já estava impedido de registrar jogadores por uma dívida de R$ 12 milhões com o Monaco, da França. A solução, na ocasião, veio de fora do caixa do clube: um aporte da NR Sports, empresa de Neymar.
A quitação possibilitou a contratação de cinco reforços: Arthur, Lima, Rodinei, Coutinho e Everton Cebolinha. Coutinho já estreou pelo Santos.
Arthur tem sido titular, mas virou dúvida por dores na coxa. Com exceção de Rodinei, os outros três têm contrato só até dezembro.
O que acontece agora
Sem poder repor o elenco, o Santos depende dos jogadores que já tem até o fim da temporada. O técnico Cuca já havia pedido reforços ao clube antes mesmo da nova punição ser confirmada.





























