O técnico Renato Portaluppi negou nesta segunda (19) que tenha pedido demissão do Grêmio após a derrota por 4 a 2 para o Cruzeiro, no domingo (18), e garantiu permanência no cargo até o fim do Brasileirão, em entrevista ao ge.
É tudo mentira. Não entreguei e vou até o fim.
disse Renato Portaluppi ao ge, negando as informações de bastidor que circularam após a derrota.
O técnico está sob pressão desde que assumiu, no mês passado, no lugar de Luís Castro, demitido após a virada do Vasco na Arena. No domingo, já havia criticado a política de contratações, citando um jogador que chegou acima do peso.
Renato mantém relação direta com o presidente Odorico Roman, mais próxima que com os dirigentes do Departamento de Futebol. Os dois conversam em particular durante treinos e depois dos jogos, vínculo que remonta ao título da Libertadores de 2017, quando Odorico era vice de futebol.
Versões de bastidor contam outra história. Segundo apuração do Zona Mista e do Portal do Gremista, Renato teria colocado o cargo à disposição logo após a goleada sofrida, e Odorico o convenceu a permanecer. A possibilidade de uma nova tentativa de saída não foi descartada.
O Grêmio é o 18º colocado do Brasileirão, com 31 pontos em 31 jogos (sete vitórias, dez empates, 14 derrotas) e saldo de gols negativo em 10. O time ocupa o Z4 ao lado de Internacional, Remo e Chapecoense.
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Projeções do Piranot apontam 76,9% de chance de queda. É esse cenário que deixa cada declaração do técnico sob lupa.
O que acontece agora
Pelas contas do Lance!, o Grêmio precisa de pelo menos quatro vitórias e dois empates nas rodadas finais para se afastar do risco de rebaixamento.
Antes da derrota para o Cruzeiro, o clube já tentava deixar a zona de rebaixamento diante do próprio adversário, que folgou na tabela com o resultado.





























