O Rock in Rio, um dos maiores festivais de música do mundo, está programado para acontecer em setembro de 2026 e promete ter um impacto econômico significativo no Rio de Janeiro, com previsão de movimentar R$ 3,3 bilhões. A informação foi divulgada pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Grandes números de público e empregos
A expectativa é que o festival atraia cerca de 700 mil pessoas ao longo de seus sete dias de programação, com uma média de 100 mil visitantes diários. Além do público, o evento deverá gerar quase 30 mil novos empregos, sendo um impulsionador importante para a economia local.
Ocupação hoteleira em alta
Com a chegada de tantos visitantes, a taxa de ocupação dos hotéis na cidade deve alcançar impressionantes 95%. Um dado relevante é que 60% do público esperado virá de outras localidades, destacando o potencial turístico do festival e seu apelo nacional.
Inovações e atrações inéditas
A produção do Rock in Rio já começa a ser planejada com dois anos de antecedência. Rodolfo Medina, sócio do grupo Dreamers e da Rock World, enfatizou a importância da inovação e da adaptação às novas tendências de consumo musical e tecnológico. Nesta edição, uma das atrações de destaque será o Lightwire, um espetáculo que une luz, música e interação com o público.
Desafios na seleção de atrações musicais
A montagem do lineup musical é um desafio constante, descrito como um quebra-cabeça complexo. Para atrair um público tão grande, é necessário contar com artistas que se destaquem como headliners. A estratégia envolve a segmentação de estilos musicais ao longo dos dias, permitindo que diferentes públicos sejam atraídos a cada noite.
Nomes confirmados e diversidade musical
Para a próxima edição, já estão confirmados artistas renomados como Elton John, Foo Fighters e Stray Kids, este último representando a crescente popularidade do K-pop no Brasil. A diversidade de gêneros musicais é vista como essencial para maximizar o alcance do festival e atrair o maior número possível de pessoas.




