No dia 9 de julho de 2026, o Gecex/Camex (Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior) anunciou a renovação do imposto de exportação sobre o petróleo bruto, estabelecido pela Medida Provisória 1.340. Essa medida faz parte de um pacote de ações implementadas pelo governo federal em março, em meio à escalada de conflitos no Oriente Médio.

Manutenção da Taxa

O tributo permanecerá em 12%, conforme decidido pelo órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Essa prorrogação do imposto será válida por mais 60 dias, permitindo ao governo monitorar a dinâmica do mercado internacional de combustíveis.

Reavaliação do Cenário Internacional

A situação do mercado será reavaliada em 30 dias, considerando as recentes pressões decorrentes do conflito entre os Estados Unidos e o Irã. O Camex enfatizou que a decisão foi tomada em resposta a alterações nas condições externas, que afetam diretamente a economia e o setor de combustíveis.

Impacto no Setor de Combustíveis

A renovação do imposto de exportação pode ter impactos significativos tanto para o mercado interno quanto para as empresas do setor. A taxa de 12% reflete as preocupações do governo em equilibrar a arrecadação e a competitividade das exportações brasileiras.

Contexto Geopolítico

A deterioração do ambiente geopolítico no Oriente Médio, especialmente com o aumento das tensões entre potências, cria um cenário volátil que pode influenciar os preços do petróleo e, por consequência, a economia global. O governo brasileiro busca se posicionar de maneira estratégica nesse contexto.

Próximos Passos

Com a prorrogação do imposto, o governo deverá estar atento às movimentações do mercado e às reações dos exportadores. A expectativa é que novas medidas possam ser anunciadas, caso a situação geopolítica se agrave ou traga novas implicações para a economia brasileira.