A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a aprovação da atualização na composição das vacinas contra a Covid-19, com o intuito de adaptá-las às variantes mais recentes do vírus. A decisão ocorreu durante a 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada, realizada no dia 8 de julho.
Objetivo da atualização
A atualização altera a Instrução Normativa nº 338, de 2024, que regulamenta as vacinas autorizadas no Brasil. A nova composição preferencial inclui vacinas monovalentes que contenham a variante LP.8.1 como antígeno, além de permitir o uso de vacinas derivadas da cepa JN.1, como as variantes XFG e NB.1.8.1.
Evidências para a decisão
A relatora da proposta na Anvisa, Daniela Marreco, destacou que a decisão se baseou na evolução do coronavírus e no atual cenário epidemiológico. Registros recentes indicam um aumento nos casos de síndrome gripal associados à Covid-19, reforçando a urgência de manter as vacinas atualizadas.
Critérios técnicos definidos
A atualização orienta a composição das futuras vacinas contra Covid-19 a serem disponibilizadas no país, garantindo que estejam em conformidade com as variantes predominantes. Essa decisão segue critérios técnicos estabelecidos pela Anvisa.
Variantes permitidas
A Anvisa esclareceu que vacinas derivadas da cepa JN.1 poderão ser utilizadas, desde que comprovem uma resposta robusta de anticorpos neutralizantes ou eficácia contra as variantes ativas. As linhagens LP.8.1, XFG e NB.1.8.1 estão entre as mais recentes do SARS-CoV-2.
Futuro das vacinas no Brasil
A atualização aprovada pela Anvisa visa assegurar que a composição das vacinas permaneça em sintonia com a evolução das variantes do coronavírus, garantindo assim uma resposta eficaz contra a Covid-19 e suas mutações.




