Minas Gerais elege dois senadores neste domingo (4), e cada um dos 16 candidatos concorre com dois suplentes, que podem assumir o mandato de oito anos em caso de licença, renúncia ou morte do titular. A vaga fica no partido.

Diferentemente do que ocorre com deputados, quem assume o mandato é o suplente registrado na mesma chapa do senador eleito, seguindo a ordem definida antes da eleição. A ordem de sucessão é fixa e não muda depois da votação.

Mão de eleitor confirma o voto em urna eletrônica
Eleitor confirma o voto em urna eletrônica (imagem de arquivo). Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Como funciona a suplência no Senado?

A suplência no Senado funciona de forma diferente da Câmara. Cada candidato concorre em chapa com dois suplentes, que só assumem o mandato de oito anos se o titular se afastar, renunciar, licenciar-se ou morrer.

Minas Gerais tem 16 candidatos disputando as duas vagas ao Senado nesta eleição. Veja os suplentes de alguns dos nomes mais conhecidos na disputa, segundo registro na Justiça Eleitoral:

Suplentes de candidatos ao Senado por MG — registro na Justiça Eleitoral, conferido em 30/09/2026
Candidato1º suplente2º suplente
Aécio Neves (PSDB)Gustavo Galassi — engenheiroMarcelo Heringer — médico
Áurea Carolina (PSOL)Raquell Guimarães — empresáriaFelipe Fonseca — servidor público
Carlos Viana (PSD)Misael Varella — empresárioIlce Rocha — pedagoga
Domingos Sávio (PL)Braulio Braz — empresárioPablo Gontijo — engenheiro
Marcelo Aro (PP)Professora Marli — vereadoraTileléo — vereador
Marília Campos (PT)Luciana Costa (PSB) — advogadaLaércio Cintra (PSB) — servidor aposentado

A disputa pelas duas vagas chega à reta final. Marília Campos lidera as pesquisas, enquanto Sávio e Viana aparecem empatados pela segunda cadeira, segundo levantamentos recentes.

A relação entre os 16 candidatos também mudou nos últimos dias. Uma aliança rompida isolou um dos postulantes à segunda vaga a poucos dias da votação, como mostrou a ruptura entre Flávio Bolsonaro e Carlos Viana.

O que acontece agora

Os mineiros vão às urnas neste domingo (4) para escolher os dois senadores. Os suplentes eleitos só assumem a cadeira se houver licença, renúncia, afastamento ou morte do titular durante o mandato de oito anos.