Torcedores de Atlético-MG e Vasco reclamam da sede da final da Copa Sul-Americana, marcada para 21 de novembro no Estádio Metropolitano Roberto Meléndez, em Barranquilha (Colômbia). A cidade fica a mais de 4 mil quilômetros do Brasil e não tem voos diretos regulares.
Os dois times ainda disputam a semifinal: o Atlético-MG enfrenta o City Torque, e o Vasco mede forças com o Boca Juniors.
No jogo de ida, o Atlético-MG bateu o City Torque por 3 a 0, com os ingressos esgotados em Belo Horizonte. Um dia antes, o Vasco já havia vencido o Boca Juniors por 1 a 0, na Bombonera.
Se Vasco e Galo avançarem, a final ser em Barranquilla é humilhante. Longe de tudo.
Em setembro, representantes dos quatro semifinalistas (Atlético-MG, Boca Juniors, City Torque e Vasco) foram ao Paraguai negociar a troca de sede com a Conmebol. A entidade rejeitou o pedido e manteve a decisão, mesmo com os quatro clubes reclamando juntos da logística.
Pacotes turísticos para acompanhar a decisão custam entre R$ 4,5 mil, na opção mais simples, e mais de R$ 11,5 mil por pessoa, no pacote completo com voo e hotel quatro estrelas.
O que acontece agora
As semifinais ainda têm jogo de volta antes de definir quem chega à decisão de 21 de novembro, em Barranquilha.
Para o Vasco, a queixa sobre a sede da final lembra outra novela recente do clube: a disputa judicial para jogar no Maracanã contra o Boca Juniors, resolvida só dias antes da partida de ida.





























