A picape média Kia Tasman emplacou apenas 12 unidades em setembro, seu primeiro mês completo de vendas no Brasil. Ela chegou ao país no fim de agosto, em versão única, por R$ 250 mil, para disputar o segmento com Ranger, Hilux e S-10.
O número fica bem abaixo do que as concorrentes emplacam por mês. A Ford Ranger tomou a liderança do segmento da Hilux depois de 58 meses, numa disputa que envolve milhares de unidades por mês, não dezenas.
Como é a Kia Tasman?
A picape usa motor 2.2 turbodiesel de 210 cv e 45 kgfm de torque, com câmbio automático de oito marchas e tração integral com reduzida. Acelera de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos e chega a 201 km/h.
São 5,41 m de comprimento, 1,93 m de largura e 3,27 m de entre-eixos, porte semelhante ao das principais rivais. O vão livre do solo é de 231 mm, e a capacidade de imersão em água chega a 800 mm.
A caçamba comporta 1.173 litros e carrega até 1.007 kg. Por dentro, o destaque é o conjunto de 29,6 polegadas em telas, somando o painel de instrumentos, a central multimídia e o visor do ar-condicionado.
A única versão disponível, a GL, já traz ar-condicionado de duas zonas, chave presencial, carregador por indução e Apple CarPlay e Android Auto sem fio. Na segurança, oferece airbags frontais, laterais e de cortina, controle de estabilidade e câmera de ré.
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O preço de R$ 250 mil entra numa faixa pressionada: a própria Ford Ranger disparou 16,99% na Tabela Fipe em setembro, puxando a alta de preços do segmento.
O que acontece agora
O piloto automático da Tasman ainda é do tipo convencional. A Kia já sinaliza que versões mais caras, com mais sistemas de assistência ao motorista, devem chegar ao Brasil nos próximos lançamentos.
O desempenho inicial modesto repete um alerta recente do segmento: a Nissan encerrou a produção da Frontier no Brasil neste ano depois de uma queda de 45% nas vendas.





























